sábado, 21 de maio de 2011

A BÍBLIA É FATO, NÃO É FICÇÃO!




Queridos não gosto de postar materias muito grande pois o leitor perde o estimulo para ler, mais essa vale a pena.
Vi um texto no GOSPELMAIS e depois de lê pedi opinião a um teologo muito estudioso da palavra Pr.
Flamarion Rios, veja o resultado


Flamarion
Qual tua opinião?


O Novo Testamento, em 2 Timóteo 4:7, o apóstolo Paulo afirma: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”
Trata-se de uma passagem das mais dramáticas da Bíblia, porque afinal Paulo fez a afirmação momento antes de ser executado em Roma. Uma passagem que tem alimentado a fé de cristãos nesses dois mil anos.
Só tem um problema: Paulo não disse nada disso. A frase foi inventada e colocada na Bíblia como se fosse do apóstolo. É o que garante o americano Bart D. Ehrman, um respeitado estudioso da Bíblia.
Ehrman acaba de lançar o livro “Forjado” que tem indignado cristãos de todo mundo, porque ali ele diz provar que pelo menos 11 dos 27 livros do Novo Testamento são falsificações.
“Havia muita gente no mundo antigo que recorreu à mentira por achar que estava prestando um serviço a um bem maior”, disse.
As evidências disso são tantas, que ele estranha o fato delas passarem despercebidas. Como exemplo, citou o caso dos apóstolos Pedro e João, que estão entre os autores do Novo Testamento, embora fossem analfabetos.
No “Forjado” ele transcreveu Atos 4:13 (“Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se”) para explicar que os dois apóstolos são descritos na escritura em grego como “analfabetos”, literalmente, e não como “iletrados”, que deixa margem para dúvida se sabiam escrever ou se eram pessoas simples, porém alfabetizadas.
Ehrman disse ter evidências suficientes para garantir que os evangelhos, quando começaram a ser difundidos, não tinham autorias — o que, aliás, era comum com qualquer tipo de texto naquela época. Os nomes atuais, afirmou, foram adicionados posteriormente por copistas.
O estudioso afirmou que seu livro se atém mais ao Paulo porque uma parte significativa do Novo Testamento é atribuída a esse apóstolo.
As suas conclusões se basearam também nos diferentes estilos de texto da Bíblia e em suas contradições. Apontou, como exemplo, os escritos de Efésios, os quais em grego são compostos por frases longas, o que é bem diferente da escrita de Paulo.
“Não há nada de errado com as sentenças extremamente longas em grego, mas essa não é maneira de Paulo escrever”, disse. “É como Mark Twain e William Faulkner: ambos escreveram corretamente, mas não dá para confundir um com outro”.
Uma das mais flagrantes contradições, segundo ele, está em 1 Coríntios, onde Paulo primeiro convoca as mulheres para se manifestar na igreja e alguns capítulos depois afirma que elas devem permanecer caladas e, se quiserem aprender alguma coisa, teriam de perguntar em casa ao marido. É óbvio que os dois textos, segundo Ehrman, não foram escritos pela mesma pessoa.
O estudioso disse que o propósito dos forjadores dos textos bíblicos foi acalmar os ânimos dos líderes da igreja primitiva, porque entre eles havia muita discordância sobre como tratar as mulheres, o relacionamento entre senhores e escravos, como teriam de ser os ritos e por aí vai.
Assim, como diferentes grupos disputam entre si o poder da seita,eles introduziram na Bíblia textos que atendessem aos seus interesses. “Se você fosse um joão-ninguém, não assinaria o seu texto com o seu próximo nome, mas como Pedro e João.”
Ehrman espera que o seu livro ajude as pessoas a aceitarem algo que ele próprio demorou em reconhecer. Ele foi um religioso fundamentalista e hoje é agnóstico.
Fonte: Paulopes
Veja na integra, copie e cole no navegador, se não abrir

http://noticias.gospelmais.com.br/estudioso-11-livros-novo-testamento-escritos-impostores-19925.html
Resposta do Pr. Flamarios
A paz

Existem coisas que não precisam esmiuçar, porque a Bíblia é simples e atua na simplicidade. Se existe alguma mentira na Bíblia, ela é colocada pelo homem nos dias atuais. A Palavra já foi testada demais pela ciência, líderes políticos etc., em todos os testes Ela permanece como a Palavra de Deus. As pessoas falam o que querem e interpretam da forma que assim desejam, mas, o tempo já é suficiente para comprovar a inerrância bíblica.
Flamarion
Continuando
A BÍBLIA É FATO, NÃO É FICÇÃO!

Hoje nós temos registros em papiros datados da época dos apóstolos. Os pais da igreja fizeram uso dos manuscritos do NT, se houvessem mentiras seriam comprovadas nos achados arqueológicos. Pela quantidade de manuscritos que existem hoje, que comparados com os textos atuais, seria impossível não dá crédito aos 27 livros do NT.
Existem “teólogos” que assimilam hoje, o agnosticismo, "doutrina que os seres humanos não podem saber da existência de nada além dos fenômenos da sua experiência."
Agnosticismo se refere às bases filosóficas que foram assentadas no século XVIII por Immanuel Kant e David Hume, mas que só no século XIX teriam um termo formulado. Seu autor foi o biólogo britânico Thomas Henry Huxley numa reunião da Sociedade Metafísica, em 1876. Ele definiu o agnóstico como alguém que acredita que a questão da existência ou não de um poder superior (Deus) não foi nem nunca será resolvida.
Agnosticismo teísta. Um agnóstico pode crer apenas por fé em algum deus ou deuses, ao mesmo tempo em que admite não ter conhecimento sobre a existência do(s) mesmo(s), podendo ser teísta se acreditar nos conceitos de deuses como descritos por alguma religião, ou deísta se for algo diferente desses moldes.Agnosticismo ateísta: Contrariamente ao agnóstico teísta, o agnóstico ateísta é alguém que assume não ter conhecimento da existência de deuses e não tem fé na existência de qualquer um.
O agnosticismo é demoníaco e maléfico quando contradizem as Escrituras, a Bíblia é a regra de fé e prática daqueles que vão morar com o Senhor na glória. Não é um conto, não é uma lenda, mas, é evidência, história e experiência. Aqueles que se levantam contra, pode se tornar um grande candidato ao inferno.
No final do século XVIII, a arqueologia da Terra Bíblica começou a ter maior rigor científico, e isso veio a acontecer em um momento excelente já que a realidade bíblica estava sendo atacada por várias teorias. Eram correntes intelectuais, da Idade Média, que queriam acabar com qualquer realidade religiosa como, por exemplo: 1. Racionalismo – fundado por René Descartes entendia que o pensamento humano era a primeira e principal de todas as essências e não a fé no Deus das Escrituras; 2. Ceticismo Iluminista – só acreditava em algo que fosse empírico, isto é, observável através dos sentidos físicos; 3. Deísmo – fundado por Voltaire negava o cuidado paternal de um Criador divino e, rechaçava qualquer tipo de revelação; 4. Evolucionismo de Darwin – negava o criacionismo apresentando uma teoria da evolução das espécies, que até hoje domina os centros científicos do mundo inteiro. A Bíblia sobreviveu a todas as teorias.
Infelizmente, muitos se mostram tardios em acreditar na revelação de Deus. O Criador do Universo sabe como funciona a mente de suas criaturas e não deixa de amá-las, apesar de sua obstinada rejeição. Sabedor de que somos seres racionais Ele envia evidências na medida certa para colaborarem na crença de sua Palavra. Pessoas cultas e intelectuais deram testemunho pessoal positivo a cerca da veracidade da Bíblia para sua vida:
1. Johannes Kepler, fundador da astronomia física: a astronomia era “pensar os pensamentos de Deus depois dEle.”
2. Francis Bacon, considerado o pai do moderno método científico: “há dois livros que devemos sempre estudar: as Escrituras, que nos previnem do erro e revelam a vontade de Deus, e a criação, que expressa o seu poder.”
3. Isaac Newton descobridor da lei da gravidade: “nós encontramos mais marcas da autenticidade da Bíblia que da história secular.”
4. Louis Pasteur, um dos maiores nomes da medicina e microbiologia: “quanto mais conheço [a Bíblia] mais minha fé aumenta.”
5. Wernher Von Braun, um dos mais famosos cientistas, se referindo aos céticos: “não consigo entender como um cientista tem a capacidade de não reconhecer a presença de uma racionalidade superior e divina por detrás da existência do Universo. Seria o mesmo que um teólogo que resolvesse negar os avanços da ciência moderna.”
6. Lee Strobel, jornalista investigativo e ateu convicto, resolveu entrevistar vários especialistas em história, filosofia, ética, arqueologia e teologia com o fim de desacreditar a Bíblia, mas se convenceu da veracidade bíblica e hoje é um famoso pregador do Evangelho e autor de vários livros apologéticos de defesa racional das Escrituras.
7. Austin Miles, na sua fase ateísta escreveu um best-seller anti-bíblico intitulado Não me Chame de Irmão, onde apontava argumentos racionais para não ser religioso muito menos, crente fervoroso das Escrituras. Foi um grande constrangimento para os críticos quando descobriram que Miles resolveu entregar o seu coração a Cristo e, em público pediu perdão ao céu pelo livro que tinha publicado. Hoje ele prega o Evangelho para pessoas céticas.
8. Sir Willian Ramsay, um famoso arqueólogo, com a intenção inicial de desacreditar o livro de Lucas, viajou pelo Mediterrâneo coletando dados acerca do assunto. Mas seus achados, ao contrário de desmentir o autor bíblico, confirmaram com exatidão os costumes locais, títulos governamentais e outros dados mencionados. Analisou a referência que Lucas faz a 32 países, 54 cidades e 9 ilhas e não achou nenhum erro. Ele concluiu “os grandes historiadores são os mais raros dos escritores... [eu reconheço Lucas] entre os historiadores de primeira classe.”
9. William F. Albright, detentor de 30 títulos de doutorado, sua pesquisa sobre a Bíblia revelou “não há a menor dúvida que a arqueologia confirma a historicidade substancial da tradição presente no Antigo Testamento... Descoberta após descoberta tem confirmado a exatidão de inúmeros detalhes e feito crescer o reconhecimento da Bíblia como uma valiosa fonte histórica.”
10. Nelson Blueck, arqueólogo judeu, declarou “pode-se afirmar, categoricamente, que nenhuma descoberta arqueológica tem jamais desmentido uma referência bíblica.”
A Bíblia começou a ser escrita 1500 anos antes de Cristo. Livro mais antigo do mundo, retrata a história de reis, reinos e cidades consideradas mitos até aproximadamente 120 anos atrás, onde finalmente foram historicamente incluídas, mediante achados arqueológicos. Até o inicio da década de 1940, as cópias dos manuscritos mais antigos datavam de 900 d.C. Foi quando a arqueologia chegou para testemunhar a favor da Palavra de Deus. Em 1947, foram encontrados vários manuscritos do antigo Testamento numa caverna na região do mar morto, esquecidos pelos séculos.
Segundo, Freceric Kenyon, presidente da escola britânica de arqueologia: "O cristão pode pegar a bíblia em suas mãos e afirmar sem medo ou hesitação que está segurando a Palavra de Deus passada de geração em geração."
Hoje temos 5.600 manuscritos antigos do NT em grego; 10.000 manuscritos em latim; 9.300 versões primitivas e aproximadamente 25.000 manuscritos completos da Bíblia. A segunda obra literária mais copiada e documentada depois da Bíblia com cópias antigas é “A Ilíada” deHomero[1] onde temos 643 manuscritos antigos, sendo todos eles incompletos.
A Bíblia foi escrita num espaço de aproximadamente 1600 anos, por escritores diversos e em diferentes épocas, atestando assim a sua autenticidade e divina inspiração. Moisés – um príncipe no antigo Egito que se tornou um grande líder e legislador de Israel; Salomão – um rei sábio e rico; Ezequiel – um profeta e prisioneiro de guerra; Amós – um boiadeiro tirado de detrás das malhadas de Israel; Mateus – um desprezado coletor de impostos do Império Romano; Pedro – um pescador; Paulo – um judeu culto que se tornou o maior missionário cristão e muitos outros. Os primeiros escritos começaram a cerca de 3500 anos. Enfim, a Bíblia, livro mais lido e traduzido no mundo, tem tocado vidas e é a fonte de sabedoria, coragem, força e direção.


Pr. Flamarion Rios
19.05.2011

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